Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Que grande filho da mãe!

Eu bem me apetecia chamar-lhe filho de uma senhora da vida, mas a mãe não tem culpa de ter parido este ser.
Em que momento da vida dela houve um intervalo na educação deste filho? Será ela a culpada destas atitudes, ou o meio ambiente tem mais peso do que, porventura, a educação que recebeu?

5 comentários:

  1. Pode ser algo que não seja nem da educação nem do ambiente, como distúrbios hormonais, saúde mental frágil... Mas caramba, é uma situação triste.

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    1. Sei que a depressão leva a actos impensáveis... Neste caso era um distúrbio de no?só ou seja : dinheiro
      Kis:=)

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  2. Curioso que ainda agora venho do blog da Janita em que se fala de Amor incondicional, tal como o de Mãe para a sua cria (e porque não o inverso), mas nem sempre o racionalismo vence o irracionalismo dos animais (mesmo selvagens) . Há condicionalismos que ultrapassam os incondicionalismos (eternos) !

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  3. Nem estava a pensar em depressão, mas esquizofrenia grave ou algo assim. Mas em qualquer dos casos é uma algo triste. Beijo :)

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