Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Cansada! E com um camadão (de olhado)!

 É como me sinto hoje.
Ando com dor no estômago, quiçá, da variedade e mistura de comidas da Festa ou então é "um camadão de olhado"* que tenho.
Sabem a que me refiro, não? Conhecem a sensação de ter um olho mau a nos perseguir que nos deseja mal? É isso.
Vou mazé fazer uma cura e como se faz?, perguntam vocês.
Ora bem, eu nasci para vos ensinar...
Deitam cascas de alho e ramos de alecrim seco num tacho, pegam lume mas, cuidado para não ir a casa pelos ares, deixam queimar e inspiram o odor a perfume de alecrim. Limpa o olhado, perfuma e purifica a casa.
Poças, mais parece que tenho uma nuvem negra de inveja em cima de mim. E me persegue!
Rásparta!

*É recorrente usarmos esta expressão, principalmente quando alguém boceja constantemente.

2 comentários:

  1. Aqui pelo continente, a avó do meu marido, para tirar o mau olhado, deita água para um prato, faz uma reza e vai colocando gotas de azeite.

    Beijinhos

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  2. Ó pá, também devo ter disso, hoje não parei de bocejar :))

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