Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Escape from polygamy

A ver...pela segunda ou terceira vez e de cada vez cismo com a decisão de uma mulher gostar de viver com um homem que já tem outras mulheres.
Não compreendo a poligamia, principalmente, a facilidade com que as mães entregam as filhas adolescentes ao Profeta, homem já possuidor de outras mulheres jovens.
Sinceramente, não entendo esta seita. Entregam as filhas a homens idosos e detentores de várias mulheres. Sexo com crianças, casamentos forçados entre parentes (tios e primos), abusos físicos e mentais tudo é permitido a troco de uma religião quiçá com promessa de vida eterna.
E quando alguém tenta sair do rancho sabe que é o fim...

2 comentários:

  1. Uma tristeza isso, mas há loucos para tudo.

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  2. Também não entendo... Acho que se as leis se aplicassem mesmo a todos, metade desses ia preso pelo que fazem às crianças!

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