Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

O que se faz no primeiro do ano faz-se todo o ano

Para fazer jus à frase e para que eu faça todo o ano o que fiz hoje resolvi não fazer nada, assim para justificar a ideia que as Minhas Pulgas têm de mim.
E digo: roupa para colocar na máquina um ror dela, roupa para dobrar outro ror, roupa para engomar mais um (hor)ror, regar, bem, o Pedrocas erncarregou-se, lavar a loiça é a tarefa do cabeça de casal, como dizem as Pulgas, e mais não digo, mas só digo que hoje foi a modos que passear as pernas e andar de baique, eu não gente, as PULGAS.
Portanto, o que se faz no primeiro do ano é para fazer todo o ano. Nada a fazer...

3 comentários:

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