Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Uma certa comichão

Basta falar em piolhos e lêndeas e seus familiares mais próximos para eu, avoGi da Silva Bettencourt de Saraiva e Heredia da Costa Silveira (nome pomposo este), começar a sentir os ditos e ditas a correr na minha cabeça. Sinto, sim, umas corridas desenfreadas a fugir do meu dedo...
Ainda há pouco, munida de um pente fino, deitei esta enorme cabeleira de Rapunzel na pia, ou melhor, no lava mãos e dentes, a ver se algum escorregava. Nada. Devem estar colados com Super Glo à cabeça ou então dão-se bem neste calorzinho.
Não posso ouvir nem falar e atão se vir alguém a coçar a cabeça aí sim, desato também no coça-coça até fazer sangue.
Malvados piolhos! Acho até que vai haver criação devido à forma como sinto o piolho a correr atrás da piolha!

1 comentário:

  1. Heredia?
    Não me diga que é familiar do meu amigo Luís???
    Vivemos mesmo numa aldeia!!
    Bjs, bfds

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