Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Dúvidas que me tiram o sono

Mê senhor ofereceu-me uma raspadinha. "Raspa" diz ele. Eu, mulher submissa, obedeci logo ao seu pedido.
Caramba, tem prémio e vou às carreiras à loja da esquina levantar o prémio.

Quando chego...
"Ah, e então, o dinheiro?"
"Dinheiro? Qual dinheiro?" Digo eu. É meu...
"Ah, podias dar-me, fui eu que comprei." responde.
Desculpa?! Deste-me o cartão. O prémio é meu. Quanto muito dou-te o euro que foi quanto gastaste - ripostei.
- Ah, mas fui eu quem escolheu e comprou.
- Tens razão, mas ofereceste-me. Não tenho nada a dar...

E agora!? De quem é o prémio!? Uma dúvida me assola! Dou? Não dou? Ganhou o "não dou".
Não lhe digam nada, por favor, fica o segredo entre nós, mas na próxima digo-lhe que não teve prémio. Não é assim que se faz?

3 comentários:

  1. Até mesmo em termos legais o prémio é do detentor do bilhete premiado.
    Deu o bilhete, dá o prémio que daí possa resultar.
    O marido lixou-se!! :))))
    Bjs

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  2. Pois divide-se Avogi, acho que seria justo e ambos ficariam felizes não?! bjucas e desculpe-me a intromissão!

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Não ouvi nada.
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