Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Mas tomar as dores alheias por suas é complicado

Li algo que até me fez gargalhar. E a brotoeja saltar.

Alguém trata os filhos, carinhosamente por "bichinhos" e recebeu uma mensagem de outro alguém a chamá-la de estúpida, que não tem cabimento chamar os filhos por bichinhos que é uma desaforo, que demonstra falta de ideias, que ofende os bichos... isto, que mais isto mais aquele outro....
Quer dizer, gente linda e bela, por este andar qualquer dia recebo uma mensagem da Comunidade Independente das Pulgas Anónimas ou da Associação Nacional Pulgarense a dizer que não posso usar este termo quando me refiro às minhas Pulgas, ou melhor dizendo - aos meus netos.
Há cada uma!

3 comentários:

  1. Avó Gi, pode seguir o blogue, só vou publicar amanhã. O texto ainda não saiu. Beijinhos. :)

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  2. Há gente que se preocupa sem necessidade...

    Ana

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  3. Há pessoas que enfim --'

    r: Também gosto de estar sozinha, mas acho que isso faz parte, uma vez que todos nós gostamos de ter o nosso espaço. Contudo, a solidão também me assusta, porque sentirmo-nos sós não deve ser nada agradável

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