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A tua e a minha

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- "Já me mostraste a tua, agora queres ver a minha?" - Perguntei eu ao mê senhor quando andávamos a comer alcatrão e terra batida entre rios. Bem, a minha mente galopa por outros sentidos e não era bem isto que eu queria perguntar. E antes que digam coisas e loisas cá da rapariga (que sou eu) e não quero más interpretações era isto que eu queria dizer: "Já me mostraste o Tua, agora queres ver o Minho?" Ah, assim sim! Por vezes a cabeça pensa uma coisa e a língua diz outra. Fotografia: Rio Minho em Monção. 24 Fevereiro 2012

É a pronúncia do Norte.

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Ando aqui com uma dúvida e antes que se transforme em nó, e os meus nós são difíceis de desatar; vou fazer uma perguntinha e só com a ajuda do público, e chamo o público do Norte, e se o centro e ilhas quiserem arriscar, go on. Ah desculpem, esqueci-me do Sul. Vamos a ver se eu entendo! Fêveras, fevras, ,feveras, fêberas, febras. .. todas estas palavras referem-se à mesma coisa? Febras? Há diferença? Ou é tão somente a pronúncia do norte escrita tal como é falada? Eu sei que podia ir ao dicionário, ao google, à pesquisa e logo tinha resposta. Poder  inté podia mas não estariamos aqui  neste uorqueshope (ingueles, pelise). Mas também sei que vocês são uns simpáticos e vão explicar-me melhor, tou certa? Também sei que isto ao fim de semana anda meio-morto, novamente tou certa! Fotografia: Grand Hotel de Pezo (é o que está escrito à esquerda por cima da janela) em ruínas, perto das Termas de Peso. Melgaço.

Fim de semana, pois então!

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E pronto, não sei se repararam que este é o último fim de semana de Fevereiro. Como passa a correr por nós os dias! De repente, sem darmos por isso estamos em Março, mês das flores, da Primavera, dos passarinhos...enfim, mês da roupa leve, dias a crescer, o Inverno a nos deixar lentamente. Bom fim de semana, pois então! E sejam desmedidamente e obrigatoriamente felizes.  Eu? Tentarei ser e usar os dias que restam... Fotografia: Foz do Tua. Onde os dois rios (Tua e Douro) se abraçam. Quinta feira 23 de Fevereiro, 2012

Eu conheço muita gente mas não conheço toda

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Oramésta! Em Peso da Régua aproxima-se um senhor que queria informações acerca de como chegar ao Porto. Bem, nós (eu e o mê senhor) vinhamos do Porto, mas antes que lhe dissesse algo errado fiz-lhe ver que não éramos de cá, do Continente, por isso não éramos os mais indicados para rotas. - Ah, então de onde são? - Somos da Madeira. - Conhece o Jorge? - perguntou ele. - Um rapaz forte?- Abanei a cabeça em negação - Ele tem bigode.- referiu. Bem, à frente dele estava um com essas características. e devo dizer que conheço mais uns nas mesmas condições. Disse-lhe que não conhecia. Volta ele. - É um que faz pão do caco. - Desatei a rir pois é bolo do caco e não pão do caco. E a conversa ficou por ali. Mas devo dizer que somos mais de trezentos mil a viver na ilha, Jorge é um nome comum, forte é uma condição de que come muito, bigode é uma questão de ter pêlos e deixar crescer. E fazer pão do caco, bem nem todos os Jorges fazem pão, uns fazem, outros comem. Eu conheço meia Made

Penso que o Douro vai transbordar!

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Olha-me que seca! Eu estou sem lágrimas e de certeza vou sentar-me à beira do Douro ali em Pinhão e da forma como costumo verter água pelos meus olhos de cada vez que "malembra" das fotografias, o rio vai encher e transbordar; por isso, quem vive perto dele, afaste-se, ponha a léguas, mas antes, metam o dedo no água, provem e digam-me se não está salgado! Não aconselho também, a navegação de cruzeiros hoje. Fotografias: Douro hoje, , captadas pelo mê senhor

Bem que já dizem por aí que "O meu blogue é um livro aberto"

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 É verdade. Mais aberto não podia ser. O mê bisalho vai casar em Setembro. Não há nada que eu não vos diga! Aliás, há uma coisa para dizer: Já imaginaram a caduquice da velha? Sim, eu. Todo o santo dia tirei fotografias no caminho da Ribeira até São João da Pesqueira, à beira Douro, e digo: não há dinheiro que pague os meus olhos por tudo o que vi. E depois... Vou passar as fotografias que eu captei, lindas, e que me custaram umas dores nas costas, nos joelhos, na cabeça por ter estado de cócoras, de joelhos, a arrastar o cesso pela verdura e, bem, deixem-me enxugar aquela lágrimazita rebelde que teima em cair, quando vou passar para o computador eis que elimino todas. Todas. Nem uma para eu pelo menos mostrar. Fiquei possessa do diabo e praguejei a minha cabeça, a vida, olhem até a triste da máquina fotográfica e agora bem me apeteciae ir ali abaixo e "deitar-ela" p´las canas dentro. Não vou porque tá sete (de)graus e não quero voltar a ficar doente. Da cabeça, cl