Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 5 de dezembro de 2015

Tenho um problema

Comprei um pinheiro numa loja chinesa e agora ele não me percebe. Pedi-lhe: "abre-te", não se abriu, disse-lhe então: "arma-te", continuou sem se mexer, "monta-te", "vais buscar as bolas, espiguilha e embeleza-te". Não há maneira de me entender!
Optei por dizer somente palavras: gambiarra, bolas, fitas, natal, azevinho...
Nada.
Eu não falo chinês, ele não fala português, e como foi comprado em Portugal podia pelo menos percebe as palavras da época. Mas deve ter chegado há pouco tempo.
Não nos vamos entender. Lá vou eu ter de montar, embelezar, iluminar em suma, fazer tudo sozinha...
Vai estar montado até ao Sant' Amaro, a ver se para o ano que vem ele percebe o que digo e invertemos os papéis: ele auto - monta-se e eu aprecio...

7 comentários:

  1. Por aqui a minha irmã teve o mesmo dilema!
    Bom fim de semana!

    ResponderEliminar
  2. Chama o vendedor !
    Devem entender-se....

    Um beijo e boa sorte, Giselda.

    ResponderEliminar
  3. Eu acho que ele está a fazer-se de desentendido.É muito esperto é:)

    ResponderEliminar
  4. Se antes de o comprar tivesses tirado um curso de mandarim, outro galo cantaria.
    Bom domingo.
    D.

    ResponderEliminar

Como? O que disse?
Não ouvi nada.
É melhor escrever...