Tenho comichão na garganta, o que faço? Não é por fora, se assim fosse, ora bem, era só meter as unhas acabadas de pintar com vermelho vivo e coçar até arranhar. Mas não, senhores, mas não. É por dentro!
Coçar está fora de questão pois não meto os dedos (com as unhas acabadas de pintar com vermelho vivo), nem a mão pela goela abaixo; depois, a minha garganta é funda, e, de certeza que me dará "engulhos", pois sempre que o senhor doutor - aquele que tem um nome comprido - me punha o pau de gelado lambido na língua dava-me umas ganas de "rabiçar".
Vou ter de esfregar a língua no céu da boca e dar estalinhos a ver se passa a comichão, esquisito, não é? Que raio de sítio para dar comichão!
Com tanto corpo onde posso pôr as unhas (acabadas de pintar com vermelho vivo), calhou-me logo este: dentro do corpo!
Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
sábado, 4 de março de 2017
sexta-feira, 3 de março de 2017
Coitada de mim!
Quando as Pulgas - os meus três lindos netos...
Esperem, antes de continuar a desenvolver, vou limpar a baba, que já escorre, não quero que caia no écran da minha lambreta (nome carinhoso com o qual eu chamo o meu tablet)
...de 11, 8 e 7 anos, ficam na minha casa, gosto que, ao se levantarem da cama, se dirijam ao meu quarto "cumprimentar a avó", como diz o mê Gugu, mas é mais para saber que já estão de pé pois que cada um tem o seu ritmo e horas de sono.
Hoje uma discussão...
A Maiveilha disse que a Baixinha - a do meio - já estava a ver TV e não tinha ido ao quarto da avó cumprimentar. O Gugu, o Mainovo, mete-se ao baralho e diz que "quando se levantou ela - e aponta para a Baixinha - já não estava na cama".
Para acabar, falo à Maiveilha para que a outra oiça.
- Diz à Baixinha que vai escrever 50 vezes: "quando me levanto devo ir ao quarto cumprimentar a avó".
Responde-lhe Baixinha, bem alto para que eu oiça, colocando as mãos em forma de concha na boca:
- Diz à avó que vai escrever 200 vezes: "não dou ordens à neta do meio".
Esperem, antes de continuar a desenvolver, vou limpar a baba, que já escorre, não quero que caia no écran da minha lambreta (nome carinhoso com o qual eu chamo o meu tablet)
...de 11, 8 e 7 anos, ficam na minha casa, gosto que, ao se levantarem da cama, se dirijam ao meu quarto "cumprimentar a avó", como diz o mê Gugu, mas é mais para saber que já estão de pé pois que cada um tem o seu ritmo e horas de sono.
Hoje uma discussão...
A Maiveilha disse que a Baixinha - a do meio - já estava a ver TV e não tinha ido ao quarto da avó cumprimentar. O Gugu, o Mainovo, mete-se ao baralho e diz que "quando se levantou ela - e aponta para a Baixinha - já não estava na cama".
Para acabar, falo à Maiveilha para que a outra oiça.
- Diz à Baixinha que vai escrever 50 vezes: "quando me levanto devo ir ao quarto cumprimentar a avó".
Responde-lhe Baixinha, bem alto para que eu oiça, colocando as mãos em forma de concha na boca:
- Diz à avó que vai escrever 200 vezes: "não dou ordens à neta do meio".
E, agora, ninguém fala... Ninguém diz nada...
É o terceiro caso de bebés retirados à mãe no primeiro mês de vida isto porque a Segurança Social entende que não há condições para a mãe ficar com o filho e a criança é entregue para adopção. É que nem passa por famílias de acolhimento.
Não sei se se lembram da excelente reportagem sobre a Segurança Social inglesa que retirava os filhos das mães quando havia matéria para análise. Eram mães portuguesas, mas também retiram às filhas da terra.
Lembro-me da revolta popular nas redes sociais sociais e o apoio dado pelo governo português e pelos advogados a estes casos.
Eu pergunto: e agora, que a segurança social portuguesa que faz exactamente o mesmo? Ninguém diz nada?
Onde estão os mesmos que apontaram o dedo e criticaram o sistema inglês?
Não sei se se lembram da excelente reportagem sobre a Segurança Social inglesa que retirava os filhos das mães quando havia matéria para análise. Eram mães portuguesas, mas também retiram às filhas da terra.
Lembro-me da revolta popular nas redes sociais sociais e o apoio dado pelo governo português e pelos advogados a estes casos.
Eu pergunto: e agora, que a segurança social portuguesa que faz exactamente o mesmo? Ninguém diz nada?
Onde estão os mesmos que apontaram o dedo e criticaram o sistema inglês?
quinta-feira, 2 de março de 2017
Já vai em quinze dias e nada
Tomei uma resolução e vou tentar seguir à risca.
Meteu-se na cabeça reduzir os quilos de trago alojados nas nádegas, na cintura, na barriga, nos ombros...
Adiante...
É mais ou menos assim: sou rapariga de ideias fixas e se me mete uma coisa na cabeça dou a volta ao mundo mas tenho de a concretizar. Agora é esta, daqui a dias pode ser outra, enfim... Quero tirar estas lombas e valetas que possuo.
Atão, eu, de ideias fixas, escrevi num grande cartaz uma frase e colei-a com fita-cola atrás da porta. E cada dia quando acordo, leio a frase e fico tão feliz porque...
"Amanhã começo a dieta, hoje não".
E dou um pulinho de contente. "Ah, é amanhã! Não é hoje!" Digo satisfeita.
Já há mais de quinze dias que leio ainda não emagreci, mas já sei dar pulinhos.
Sempre desejei ter um conjunto de lençóis cor-de-rosa
A sério, era um desejo que nunca realizei, a falta de dinheiro aliada a uma falta de pachorra para comprar e, o facto de não haver aquilo que pretende dia, fez com que fosse ficando em desejo nunca concretizado.
Mas já os tenho. E que lindos que são! Uma cor diferente: um cor-de-rosa a puxar para o vermelho. Uma coisa fora de série (depois mostro, sim?)
Pena tenho de não ter uma cor homogénea. Tem umas partes mais rosadas... outras mais avermelhadas...E outras brancas.
E a custo zero. Não, não me ofereceram...
A minha máquina de lavar que faz tudo desde encolher a esticar passando por desbotar, amarelar e que sabia que eu andava louca para comprar fez o obséquio de transformar um jogo de lençóis branco em cor de rosa, a puxar o vermelho, com manchas...
Como estão lindos! Não tarda nada vai máquina e vão lençóis de carrinho, naquele que passa às terças e sextas...
Ora agora!
Mas já os tenho. E que lindos que são! Uma cor diferente: um cor-de-rosa a puxar para o vermelho. Uma coisa fora de série (depois mostro, sim?)
Pena tenho de não ter uma cor homogénea. Tem umas partes mais rosadas... outras mais avermelhadas...E outras brancas.
E a custo zero. Não, não me ofereceram...
A minha máquina de lavar que faz tudo desde encolher a esticar passando por desbotar, amarelar e que sabia que eu andava louca para comprar fez o obséquio de transformar um jogo de lençóis branco em cor de rosa, a puxar o vermelho, com manchas...
Como estão lindos! Não tarda nada vai máquina e vão lençóis de carrinho, naquele que passa às terças e sextas...
Ora agora!
quarta-feira, 1 de março de 2017
Se tu visse o que eu vi o-i-o-ai
Como já referi, ontem, foi um dia "pra lá de Bagdade" de bom tanto a nível da comida como o passeio. Alias, passear à beira-mar tem o seu quê de romantismo. Não é para onde vão os casais namorar?
Oras, estava eu a passear pela marginal do Paul do Mar, quando a fazer uma panorâmica de 180 graus, olho para o hotel sobranceiro à dita marginal e que vejo.
Vejo....
Vejo um turista na varanda do seu quarto de hotel completamente nu a assistir ao belíssimo pôr-do-sol, de pé, com as mãos pousadas no varandim, com total desembaraço, nada acanhado, sem se preocupar com quem estava a passear na marginal.
Uma descontracção que deixa com contracção quem por lá passava.
Haja decoro.
Oras, estava eu a passear pela marginal do Paul do Mar, quando a fazer uma panorâmica de 180 graus, olho para o hotel sobranceiro à dita marginal e que vejo.
Vejo....
Vejo um turista na varanda do seu quarto de hotel completamente nu a assistir ao belíssimo pôr-do-sol, de pé, com as mãos pousadas no varandim, com total desembaraço, nada acanhado, sem se preocupar com quem estava a passear na marginal.
Uma descontracção que deixa com contracção quem por lá passava.
Haja decoro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



