Mensagens

Chegue-se lá um bocadinho para trás, se faz favor

Ultimamente tenho tido o azar de ter... gente a expirar o ar dos pulmões para o meu pescoço. Como eu detesto! Principalmente se o ar vem da boca e com cheiro. Não suporto aquele frio no pescoço.

Casinha de gente pequena

Imagem
Será que uma pessoa alta não bate com a cabeça no umbral da porta? Eu sou de estatura mediana e certamente teria de agachar a cabeça para entrar. E quem lá vive deve estar sempre atento quando recebe visitas: "Olhe, baixe a cabeça se não quer ficar com um mamulhão no alto!" devem dizer a quem entra. E... abrir as janelas e colocar a cabeça de fora ao mesmo tempo que levanta e olha para cima? Se estiver a passar algum peão...nunca! Fotografia: Ponte de Pau,  Funchal

Fim de semana, pois então!

E de verdade estou à espera deste fim de semana desde Janeiro, mal os foguetes da passagem de ano estalavam no céu do Funchal. Não sei, mas cá para mim, tenho uma fezada por Julho. Adoro este mês (e acho que digo isto de todos, caramba!), mas é a sério. Julho  tem um sabor especial; é o mês em que quando leccionava estávamos na escola durante quinze dias a conviver (e a trabalhar, também, antes que me esfolem, viva), preparávamos o próximo ano lectivo, arrumávamos o armário, além de que era Verão e combinávamos o almoço de final de ano (lectivo, digo). E, de repente, assim como quem não quer a coisa (e eu não quero a coisa, sabendo que a coisa é voltar a trabalhar), deu-me um aperto de saudade. Portanto , hoje estou saudosista de ser professora no mês de Julho sem alunos mas com trabalho.

Porque somos tão gabarolas?

"Falarmos de nós próprios instiga o mesmo género de satisfação no cérebro que a comida ou o dinheiro, segundo avançou esta semana uma equipa de investigadores da Universidade de Harvard. Segundo uma ressonância magnética, são activadas as mesmas zonas cerebrais. Pelo menos 40 por cento das conversas diárias, sejam pessoalmente, através de telefone ou redes sociais, são dedicadas a dizer aos outros como nos sentimos ou o que pensamos. Neuro-cientistas da Universidade de Harvard descobriram a razão para esta prática comum: traz-nos uma sensação de prazer, ao nível das células cerebrais e sinapses." Ora se eu sei disto! Pois se há tanta gabarolice por este mundo de Deus; nem precisava de ler!  Desconfiar eu até desconfiava, mas agora está provado e  prontes , não é para me gabar, mas vou de férias. Estou satisfeita e dá-me uma sensação de prazer enorme; é como se tivesse um prato de caviar ou uma bolsa cheia de notas. Não sei é quando, mas vou, tenho ta...

Pensei que ela ia rebentar!

Quando a Pulga, a minha neta mais velha, vem almoçar à azavó (casa d´avó, como diz o Gugu) tento fazer as comidas que a rapariga gosta, prontes,  é assim como um pagamento por serviços prestados (aturar-me, entenda-se) e hoje fiz carne assada com palitos de batata (os madeirenses também chamam batatas às semilhas quando estas são em palitos). E estava bom, com lotes  (inglês) de molho fazendo as batatas navegar. - Avó, tá bom, muito bom - dizia a cada garfada. Eu até pensei que ela ia rebentar. Tal era a pressa com que comia e a pressa em servir-se de mais.

Piolhos aqui vai Quitoso

Há dias quando fui picápe (inglês) o mê Gu-Gu à escola, a senhora educadora por gestos inconfundíveis disse-me que havia viajantes no telhado das crianças. Pediu-me até para dar a volta à cabeça dele. Eu, ainda assim lhe disse que deve dirigir-se ao fornecedor dos ditos passageiros e pedir para cancelar a remessa habitual. O pior...o pior foi quando cheguei a casa! Fiz o que a educador a me pediu, a ndei às voltas da cabeça do rapazito e nada.  Mas,  acho que voaram para a minha antes de serem  espalmados,  melhor  dizendo, pois  que desde esse dia ando a rapar a minha cabeça que "aquase" faço  sangue . Ora, o que me traz aqui é dizer que se quiserem um casal de raça posso oferecer. Com  pedigri (inglês). Tenho é de ir à escola pedir.  Malditos piolhos!